HAVAÍ : PARAÍSO EXÓTICO NO MEIO DO OCEANO PACÍFICO,NOS ESTATADOS UNIDOS,DAS ONDAS GIGANTES



Havaí - Arquipélago Exótico dos EUA

Pode-se dizer que o Havaí seja o destino mais exótico dos Estados Unidos, com geografia e cultura únicas, que não se encontram em nenhum outro lugar da terra. Cada ilha tem a sua própria identidade cultural e oferece ao visitante uma experiência diferente, seja se encantar com a beleza natural exuberante de Kaua'i, aprender a surfar na praia de Waikiki em O'ahu, explorar uma comunidade de artistas na cidade de Pā'ia em Maui ou fazer uma caminhada até uma cascata isolada na Big Island.


Você saberá que está aqui quando...

For cumprimentado com a palavra "aloha" (olá), um sorriso caloroso e um perfumado "lei" (ou guirlanda). E você também saberá que está aqui quando ouvir as pessoas expolicando como chegar a algum lugar usando as palavras 'ma kai' (na direção do mar) ou 'ma uka' (na direção da montanha).

Você pode se surpreender com...

Vaqueros hawaianos o paniolos
  • A neve sobre os picos de Haleakala em Maui ou Mauna Kea, na Big Island
  • As fazendas de gado de trabalho e os rodeios e seus "paniolos" (vaqueiros havaianos)
  • O único palácio real em solo estadunidense, o Iolani Palace em Honolulu

Museus imperdíveis

Das Bishop Museum in Honolulu
O Museu Bishop em Honolulu é o maior museu do Havaí, e é dedicado ao estudo e preservação da história do Havaí e do Pacífico. Originalmente concebido para abrigar a extensa coleção de artefatos havaianos e a herança da família real da Princesa Bernice Pauahi Bishop, descendente do rei Kamehameha I, o museu é agora a principal instituição de história natural e cultural no Pacífico.

Seus filhos nunca se esquecerão...

Armado de un collar
De amarrar um "lei" de flores; pegar uma onda no lugar onde o surfe foi inventado; aprender a dançar o hula; ver uma baleia mãe escoltar o seu bebê.


Viagem por uma estrada clássica

Landschaftlich reizvolle Straße nach Hana auf Maui
Com 620 curvas e 59 pontes, a estrada cênica de Maui para Hāna passa por florestas tropicais floridas, cascatas, piscinas e paisagens oceânicas dramáticas. Ou faça uma viagem de um dia ao longo de um dos corredores históricos da Costa de Hāmākua na Big Island. Ela começa em Hilo e termina no mirante do vale de Waipi'o. Explore antigas fazendas, veja cascatas surpreendentes e descubra desvios cinematográficos.

Não perca:

Bestaunen von Kunst an einem ersten Freitag
Trocar informações com a comunidade descolada de apreciadores de arte durante o First Fridays no centro de Honolulu e Chinatown, ou em Wailuku Town em Maui.

Paraíso das compras

O Ala Moana Center é um dos maiores shoppings ao ar livre da América, com 290 lojas. E para frutas frescas, alimentos e flores, confira os mercados dos agricultores encontrados ao longo das ilhas.

Emoção ao ar livre

Windsurfen
O Havaí tem tudo — surfe, barco a remo, windsurfe, caiaque, observação de baleias, pesca em alto mar, arvorismo, natação com arraias ou golfinhos, caminhadas nas florestas tropicais e paraquedismo. Você alguma vez já flutuou de boia pelos canais de uma antiga plantação montanha abaixo? Você deveria experimentar quando estiver em Kaua'i ou na Big Island, no Havaí!

Puro deleite?

Verwöhnmassage am Strand
Experimente um retiro de spa com tratamentos localizados, como a massagem tradicional havaiana de lomilomi ou esfoliação corporal Kona, de café, chocolate e macadâmia. Você pode até mesmo fazer a massagem na praia!

Para a sua primeira visita…


  • Converse com os habitantes locais para experimentar o verdadeiro significado de aloha.
  • Visite locais icônicos como Pearl Harbor, o parque nacional dos vulcões do Havaí, o parque nacional de Haleakala e o parque estadual Waimea Canyon.
  • Experimente coisas que só acontecem no Havaí, como um lu'au com jantar e show, uma aula de dança "hula" e uma apresentação ao vivo de "kī hō'alu" (guitarra de chave solta).







Desde que os havaianos reviveram a antiga prática do surfe, há um século, e especialmente depois que Duke Kahanamoku — nadador olímpico, medalhista de ouro e o original "Big Kahuna" — popularizou o esporte da Austrália à Califórnia, surfar as ondas tem sido o esporte havaiano por excelência. Para surfistas e também espectadores, não há lugar melhor como o trecho de nove quilômetros e meio da North Shore de Oahu de Hale'iwa a Sunset Beach onde, no inverno, ondas monstruosas das tempestades do Pacífico quebram sem qualquer impedimento nos recifes.
Surfen an der North Shore
Oahu, Havaí

Surfe na North Shore

Assista aos mais importantes surfistas descerem ondas gigantes


Essa área de praias desertas, penhascos acidentados e exuberante vegetação torna-se uma cena de passeios emocionantes, que desafiam a morte, como surfistas de elite que vêm para testar-se contra ondas que se elevam a alturas equivalentes a quatro e até seis andares. Automóveis, desde básicos alugados a BMWs brilhantes, picapes e SUVs enferrujados, abarrotados com crianças, colados uns aos outros ao longo da estrada para Waimea Bay, Sunset e a fabulosa Banzai Pipeline ao largo do Ehukai Beach Park, levam multidões para ver a natureza na sua forma mais selvagem. Só os melhores surfistas se atrevem a tentar entrar na água quando chegam as ondas grandes, e aqueles que conseguem domar essas ondas gigantescos aparecem como frágeis figuras em miniatura em um pano de fundo enfurecido. Quando as ondas quebram e recuam, o chão treme de verdade, como se houvesse um terremoto, e o rugido desse momento preenche o ar.
É difícil acreditar que durante os meses do verão, de abril a outubro, essas mesmas águas tumultuadas se assentam em uma calma plana, convidando aqueles que gostam de nadar, andar de caiaque, fazer snorkel, mergulhar e pescar a não ficar em casa. Hale’iwa, oficialmente designado um bairro histórico, cultural e cênico, prospera desde 1899, quando o rei da cana de açúcar Benjamin Dillingham construiu uma ferrovia de 48 quilômetros para ligar as suas plantações de Honolulu e North Shore. Dillingham também abriu um hotel vitoriano com vista para a baía de Kaiaka e nomeou-o Hale’iwa ou ‘casa do pássaro fragata’, a ave marinha tropical mais vista por aqui. O hotel e a ferrovia já não existem, mas Hale’iwa ainda atrai visitantes com a sua mistura peculiar de cidade antiga e boutiques de luxo. A cidade também tem um porto de pesca bastante movimentado, repleto de barcos de aluguel, cujos capitães pescam atum, mahi-mahi e marlin diariamente no canal de Kauai .
A tradição local de uma viagem a North Shore inclui parar em um dos trailers de camarão, perto de Hale’iwa ou Kahuku na rodovia Kamehameha, que vendem a produção de fazendas locais. Em geral, o menu oferece camarão bem temperado com alho, cajun, coco, manteiga, limão ou apenas simples e a maioria dos trailers têm mesas de piquenique ao lado deles. Giovani afirma que o seu trailer de camarões foi o primeiro a servir o delicioso petisco, mas o menu do Kahuku Famous Shrimp é mais extenso e ainda oferece lulas, camarão e bife e camarão com legumes salteados. Em geral, os trailers aparecem antes de meio-dia e permanecem até o final do dia, quando os últimos surfistas se retiram.

Praia de Waikiki

Passe de uma rua da cidade para uma praia em forma de lua crescente


Waikiki Beach
Costumava ser um pântano — seu nome, que significa "água que jorra" vem de nascentes que alimentavam os trechos de taro e lagos de peixes — mas Waikiki também tinha uma praia em forma de lua crescente de três quilômetros de areia, abundância de sol e ondas perfeitas, rolando até a costa. Então nos primeiros dias, depois de Honolulu tornar-se a capital do Reino do Havaí, em 1845, a realeza sabiamente optou por construir suas casas de praia em Waikiki.
Na virada do século, o Moana Hotel era o primeiro hotel a ser construído na praia de Waikiki — foi considerado de ponta não só porque fizeram todos os quartos com banheiro privado, mas o hotel também tinha um telefone, um luxo inédito na época. Em 1906, o Hawaii Board of Health declarou Waikiki “perigosa e insalubre” por causa de seus enxames de mosquitos e ordenou que o pântano fosse drenado. No início dos anos 1920, o Canal de Ala Wai tinha sido construído, os antigos pântanos drenados e o Royal Hawaiian Hotel foi construído no local de uma ex-casa de praia real. O ‘Palácio Rosa do Pacífico’ é uma instituição amada desde que abriu as portas em 1927, e hoje permanece fiel ao seu tempo, embora cuidadosamente atualizado.
Pouco tempo depois de se tornar o mais novo dos 50 estados americanos, em 1959, quando jatos começaram a trazer visitantes para a ilha, construtoras usurparam o resto da praia de Waikiki, resultando na atual cornucópia de hotéis e resort tropicais colados um ao outro. Na verdade, Waikiki chegou até mesmo a ficar sem areia por algumas décadas e teve que importá-la de Molokai, através do canal, para espalhar sobre a mundialmente famosa praia. Funcionou, e Waikiki ainda é classificada como uma das melhores praias urbanas do mundo.
Hoje o suntuoso e reservado Halekulani (‘casa apropriada aos céus’), a beira-mar, é o primeiro hotel em Oahu e um dos melhores nos Estados Unidos: um oásis de 20 mil metros quadrados de elegância, aberto em 1917. Para os restaurantes mais românticos (e caros) na cidade, visite o estabelecimento do hotel, o La Mer, cuja preparação soberba de peixes com ingredientes frescos da ilha reinterpreta os princípios da clássica cozinha francesa. No andar de baixo, o menos formal salão de refeições à beira-mar do hotel tem orquídeas e um famoso brunch de domingo, oferecendo um bufê com mais de 200 pratos e atrai tanto as famílias havaianas quanto turistas.
Haleakala
Maui, Havaí

Haleakala

Veja o sol nascer em um vulcão — e desça sua cratera de bicicleta

Quem é que pode questionar o dito local: Maui no ka oi — "Maui é a melhor". O "Valley Isle" foi batizado em homenagem ao semideus polinésio, que, após ter arrancado todas as ilhas havaianas do mar, decidiu fazer desta, a mais bonita, sua casa. Nada supera as vistas de qualquer ponto da massa gigântica do Haleakala ("a casa do sol"), com 3 mil metros, cuja cratera dormente, com 860 metros de profundidade e 34 quilômetros de circunferência, é a maior do mundo — tão grande que a ilha de Manhattan poderia ser colocada dentro.
Anualmente, mais de 1,5 milhão de visitantes seguem uma tradição imperdível: partem às 3 da manhã através da paisagem fria nas terras altas do Haleakala um pico sublime para assistir ao nascer do sol, a que Mark Twain se referiu como “um espetáculo como nunca presenciei”. Subir a montanha em si já é uma experiência incrível: trata-se do único lugar no mundo onde você pode dirigir do nível do mar a mais de 10.000 metros em apenas 38 quilômetros. A viagem de duas horas serpenteia através de três zonas climáticas diferentes ao longo do caminho, e oferece vistas magníficas para as exuberantes plantações de cana de açúcar e abacaxi da ilha, bem como 81 praias acessíveis de Maui ao longo de sua famosa costa de 200 quilômetros.
Na sede do Parque de 11 mil hectares, pode-se obter informações sobre as maravilhas geológicas do Haleakala e talvez ter um vislumbre da ave-símbolo do Havaí, o nene, ou ganso havaiano, ameaçado de extinção. Na estrada, o Leleiwi Overlook, o primeiro lugar para se ter uma ideia do cenário lunar de dentro da cratera. Outro ponto de vista imperdível, o Kalahaku oferece uma visão em close-up da rara silversword, que cresce somente em Haleakala e na Big Island: uma impressionante planta com folhas suculentas prateadas, que leva 50 anos para chegar a fase de floração, quando então lança um caule alto com centenas de flores marrons semelhantes ao girassol, solta as sementes e depois morre.
No cume, você tem uma visão completa da cratera e também, à distância, do cume do Mauna Kea, na Big Island. Os operadores turísticos oferecem caminhadas e passeios a cavalo que o levarão para dentro da cratera, e várias empresas operam passeios de bicicleta que começam a partir do topo da montanha e exigem apenas 100 metros de pedalada em toda a descida.
Kauai, Havaí

Costa de Na Pali

Faça uma caminhada inspiradora pelo Eden


Wandern an der Na Pali-Küste

A costa de Na Pali ("The Cliffs") é o Havaí dos seus sonhos: Trinta e cinco quilômetros de vales verdes vibrantes com paredes quase verticais e cachoeiras enormes mergulhando no mar de penhascos com mais de 1.200 metros. Última floresta verdadeira do Havaí, onde nunca haverá uma estrada, está protegida, assim como o Parque Estadual da Costa Na Pali, cujos 26 quilômetros quadrados envolvem a costa noroeste de Kauai, entre a praia de Ke'e e o Parque Estadual de Polihale. Você pode visualizar este magnífico pedaço do Eden em um barco ou helicóptero, mas a melhor maneira de experimentar a costa de densa floresta na base da suas barreiras escarpadas é a pé.
Mesmo em perfeita forma física, caminhantes experientes encontrarão um desafio no caminho de Kalalau, antiga trilha de 18 quilômetros, estreita e árdua, que serpenteia por penhascos majestosos através dos vales Hanakapi’ai, Hanakoa e Kalalau, uma região remota, espetacular, lar de aves tropicais de longas penas, borboletas monarca douradas e de muitas espécies de plantas raras e ameaçadas de Kauai. A caminhada até o final da trilha na praia de Kalalau é linda e estreita e, por isso, os caminhantes são aconselhados a passar dois dias completos no caminho, parando muitas vezes para admirar a vista, nadar, colher frutos e surpreender-se com a experiência. Observe-se, porém, que as alturas de alguns dos precipícios não são para quem sofre de vertigens.
Areias vermelho-dourado da praia Ke’e, no início da trilha, ficam no sopé das falésias escarpadas vulcânicas e são favoritas de nadadores, mergulhadores e dos que gostam de fazer snorkel e andar de caiaque. Daqui, o trecho de três quilômetros da trilha de Kalalau é uma caminhada popular, de um dia, moderadamente difícil, que sobe do nível do mar a 122 metros, muito íngreme nos primeiros 1.600 metros e, em seguida, desce ao nível do mar na praia de Hanakapi’ai, com areia no verão e apenas rochas no inverno, quando é batida pelas ondas. A trilha aqui é estreita e muitas vezes com tanta gente, que a caminhada, só de ida, leva até duas horas. Lembre-se, também, que Hanakapi’ai não é uma praia para banho de mar pois as correntes marítimas são violentas e não há salva-vidas. Se você tiver muita energia, poderá continuar em uma trilha de mais 3 quilômetros em direção ao interior que sai da praia até as quedas de Hanakapi’ai, uma cascata de 36,5 metros de altura.
O Parque Estadual de Polihale fica do outro lado da floresta de Ke’e, onde se encontra a maior praia do Havaí, com 27 quilômetros de comprimento e largura de três campos de futebol. Localizado na remota extremidade ocidental de Kauai (e sem qualquer tipo de infraestrutura), é um lugar muito lindo. Posicionado na base das falésias Na Pali, oferece um dos melhores lugares em Kauai para assistir ao pôr do sol. No parque estão situados antigos tempos havaianos (heiau) e sítios funerários, vista das ilhas vizinhas de Ni’ihau e Lehua Rock e a famosa praia Barking Sands, onde os passos do visitante produzem um som como o do rangido da neve.
Além da rodovia Crater para o pico Haleakala’s, outra famosa estrada-show de Maui, e uma das paisagens mais deslumbrantes do Pacífico, é a Hana Highway, estreita e sinuosa, na costa nordeste da ilha, isolada e exuberante.
Começando na calma cidade de Pa’ia, local onde antes se plantava cana, a viagem de 80 km leva até três horas, subindo e descendo entre cerca de 617 curvas, cruzando 54 pontes de uma só pista e passando por dezenas de cachoeiras e paisagens antes de chegar na calma, antiga e pequena cidade de Hana. Traga um piquenique, pare e nade em córregos de montanha alimentados por cachoeiras, tire muitas fotos para mostrar ao pessoal na volta para casa e sinta o perfume das flores. Os viajantes que querem chegar logo a Hana perguntam-se, quando chegam, por que tanta pressa? A viagem e a incrível natureza no caminho é o que valem.
Pare em Twin Falls ou em Puohokamoa Falls mais ao longo da estrada, para experimentar uma piscina de cachoeira e esticar as pernas na trilha de Waikomoi Ridge para uma volta fácil de 1.200 metros por entre eucaliptos e bambus. Ótimos locais para um piquenique incluem Kaumahina State Wayside Park e o Pua’a Ka’a State Wayside Park, onde um curto caminho leva a lagos e cachoeiras bons para nadar.
Maui, Havaí

Hana Highway

Pegue o caminho mais longo — com cenários deslumbrantes — para a pequena cidade do Havaí


Der Hana Highway

Além da grande praia de Hamoa, na forma de lua crescente na base de penhascos de lava preta de 9 metros que chegam no mar, a principal atração de —Hana é o original Hotel Travaasa Hana-Maui, o refúgio mais exclusivo da ilha. Fundada em 1946, Hana compõe-se de um aglomerado de casas de encosta em menos de meio quilômetro quadrado, isoladas e inclinadas em um litoral escarpado. Há menos de 5 km do centro da cidade, quando o marcador de milhas estiver em 32 na Hana Highway, o Wai’anapanapa State Park à beira-mar convida os visitantes a explorar uma antiga trilha de 9,6 km passando pelos verdes arbustos naupaka, uma floresta de árvores lauhala (usadas na tecelagem local) e formações costeiras como respiradouros, arcos marítimos e cavernas. Uma característica marcante e fora do comum é a piscina formada pela maré da caverna Wai’anapanapa que, na primavera, torna-se vermelho-sangue. Segundo a lenda, foi nesse local que o ciumento chefe Ka’akea matou a sua esposa, a princesa Popo’alaea. (A explicação científica mais prosaica atribui a cor à desova de milhões de ’opae ’ula, um pequeno camarão vermelho.) Ao longo da estrada, depois do parque, no Kahanu Garden, de quase 2 quilômetros quadrados, do National Tropical Botanical Garden (lar da maior coleção mundial de cultivares de fruta-pão), você encontrará o templo extraordinário conhecido como Pi’ilanihale Heiau, o maior heiau do Havaí, ainda intacto, e uma obra-prima em pedra talhada. Do outro lado de Hana fica a extremidade oriental do Haleakala National Park, no Ohe’o Gulch em Kipuhulu. Também denominado de ‘Sete piscinas sagradas’, esta área imponente tem cerca de 24 cascatas e piscinas, que descem da montanha em escada, para cair na água azul-cobalto do Pacífico.

Os resorts de golfe de Wailea e Makena

Tente acertar o buraco em uma tacada sob as palmeiras em um campo à beira-mar


Die Golfresorts von Wailea und Makena

Há apenas três décadas, Wailea era uma área empoeirada e estéril, coberta por um matagal impenetrável de kiawe, uma planta espinhosa. Hoje, depois de um negócio de muitos e muitos milhões de dólares que bombeou a água das florestas chuvosas de toda a ilha, além de milhares de milhões a mais injetados para a construção de edifícios de ponta e paisagismo, esta parte da South Shore de Maui tornou-se um verdadeiro oásis. Espalhado por mais de três quilômetros de dourada margadas por palmeiras, o resort tem de tudo: acolhedor, ensolarado quase todos os dias; praias de areia adentrando águas cheias de peixes; hotéis e compras de luxo; e a maior e mais famosa atração de Wailea: golfe de classe mundial.
Wailea, a meca do golfe, oferece três dos melhores campos de Maui: o Blue Course, projetado por Arthur Jack Snyder; o oficial Gold Course, projetado por Robert Trent Jones Jr.; e o ligeiramente mais fácil Emerald Course, de Jones. Você pode jogar em todos eles hospedando-se em qualquer um dos melhores hotéis da área, que oferecem confortos tão extravagantes que beiram o obsceno. O Grand Wailea Resort Hotel & Spa ostenta um opulento spa de 4.645 metros quadrados e um parque aquático surpreendente com cachoeiras, toboáguas e nove piscinas — o paraíso das crianças. O Four Seasons Resort Maui at Wailea, um palácio à beira-mar havaiano, apresenta outro spa top, com tratamentos deliciosos e uma filial da famosa cadeia de restaurante Spago. No Fairmont Kea Lani Maui, um hotel só de suítes de luxo, há bangalôs de praia privados com 186 metros quadrados, cada um com sua própria piscina e cozinha gourmet.
Golfe à parte, as atrações mais procuradas de Wailea são a praia de areias douradas de Wailea e a praia de Ulúa, em forma de lua crescente. Uns três quilômetros ao Sul, Makena abriga mais dois campos de golfe projetados por Jones e o Makena & Golf Resort, luxuoso e reservado, com um jardim em átrio e riacho com cascata repleto de carpas koi. Praias imperdíveis nas proximidades incluem a de Maluaka, de areia e franja de palmeiras, a Big, com um quilômetro de extensão (e 30 metros de largura), também conhecida como Oneloa (‘areia longa’).
Oahu, Havaí

Baía de Hanauma

Mergulhe onde a realeza havaiana costumava nadar

Hanauma Bay
Para um mergulhador iniciante em águas tropicais, pode parecer um sonho psicodélico: uma nuvem de peixes-borboleta em amarelo brilhante passa rapidamente, seguida por um cardume de castanhetas havaianos preto-e-branco que paira próximo ao coral favorito, enquanto os peixes-papagaio em verde, amarelo e laranja vão e voltam rapidamente. Bem-vindo ao local mais popular para mergulho em Oahu, a Reserva Natural da Baía de Hanauma, com 609 metros de praia impecável, em forma de meia-lua, delimitada por palmeiras.
Uma cratera vulcânica no passado, agora invadida pelo mar, Hanauma costumava ser a praia exclusiva das famílias reais e o lugar onde o esporte "uma" (luta de mão) era realizado, mas hoje, os visitantes chegam todos os dias, aos milhares. São atraídos pela bela praia de areias brancas, águas rasas perto da costa e mais de 100 espécies da vida marinha abundante. Quadros de identificação de peixes vendidos em lojas locais ajudam o leigo a identificar o peixe-falcão, o peixe-cirurgião, o peixe-porco, peroá, peixe-balão, peixe-cofre e outros peixes que vivem nessas águas calmas e quentes.
A maioria dos mergulhadores explora perto da costa, na baía interior e segura, com 3 metros de profundidade, que está quase sempre lotada. Mergulhadores sérios vão mais longe, passando pela ‘fenda’ através da borda do recife para chegarem à turbulenta enseada Witches’ Em Brew, enfrentam fortes correntes a 21 metros de profundidade na entrada da baía, para ver jardins de corais, tartarugas e tubarões. A Baía de Hanauma é um distrito de conservação, e não se pode tocar, pegar nem alimentar qualquer tipo de vida marinha aqui. Antes de colocar o dedo do pé na água, os visitantes são levados através do Centro de Educação Marinha, de US$ 13 milhões (£8,4 milhões) e 929 metros quadrados, que abriga uma variedade de exposições marinhas e um vídeo de orientação de sete minutos sobre o Santuário da Vida Marinha. Alugue máscaras e equipamentos de mergulho na praia, e depois pule na água e desfrute da maravilhosa submarina ali existente.
Big Island, Havaí

Parque Nacional dos Vulcões do Havaí

Veja de perto um vulcão ativo


Hawaii Volcanoes Nationalpark

Nascido de violentas erupções submarinas e moldado por um milhão de anos de terremotos ocasionais, chuvas constantes e ondas fortes, Big Island é o mais jovem e a maior do arquipélago havaiano de 2.413 quilômetros de extensão havaiana (medindo 149 por 122 quilômetros, tem quase o tamanho de Connecticut). A ilha, um milagre da diversidade, contém 11 das 13 zonas climáticas da Terra: de florestas tropicais exuberantes a desertos de lava negra e tundra ártica. Suas praias oferecem areias em tons de branco, preto e até verde.
As características mais proeminentes da ilha são os seus cinco vulcões; o maior, Mauna Kea, ergue-se a 4.205 metros do nível do mar. Veja essas forças primitivas no Parque Nacional de Vulcões do Havaí, com 133.551 hectares, uma viagem de volta à criação da terra, onde caldeiras profundas e latentes sibilam, crateras pretas e enfumaçadas lançam vapores de enxofre ao ar, cones de cinzas multicoloridas fornecer o pano de fundo para quilômetros de fluxos da cor de carvão e tubos de lava abrem caminho através dos túneis ferroviários pré-históricos semelhantes à selva. O vulcão Kilauea, a maior atração do parque, lança lava derretida (1093 ºC) quase continuamente desde 1983. Segundo a lenda antiga, Pele, a deusa do vulcão, pesquisou o arquipélago havaiano inteiro antes de se instalar na cratera Halemaumau de Kilauea, e hoje ela continua a criar a terra através de erupções diárias.
No Centro de Visitantes, ao norte, siga a Crater Rim Drive, um loop de 17 quilômetros que circunda a cúpula, atravessa um deserto e serpenteia pela floresta tropical nativa. Locais ao longo do caminho incluem Kilauea Caldera, um poço com 4 km de largura e 152 metros de profundidade; Sulphur Banks e Steam Vents, onde um vulcão ativo emite trilhas de fumaça e vapor, e o lar de Pele, a cratera Halemaumau. Dependendo da atividade vulcânica, pode haver oportunidades de ver fluxos de lava ativos, verifique com os guardas no Centro de Visitantes sobre como e onde. À noite, o fluxo de lava brilha como uma fita incandescente no flanco da montanha.
Havaí

Pearl Harbor

Preste as suas homenagens em um comovente memorial de guerra histórico


Pearl Harbor National Monument in Honolulu, Hawaii

Em uma manhã ensolarada de domingo, 7 de dezembro de 1941, aviões japoneses apareceram sobre a ilha de Oahu e começaram a bombardear a frota do Pacífico da Marinha dos Estados Unidos, a maior parte da qual ancorada em Pearl Harbor. Noventa minutos mais tarde, 2.403 americanos haviam sido mortos. Quase metade morreu no encouraçado USS Arizona, de 608 pés, que afundou em nove minutos sem disparar um só tiro antes que suas baterias de fogo de frente explodissem catastroficamente, ocasionando a morte de 1.177 marinheiros e fuzileiros navais. O ataque desfalcou definitivamente a frota, danificando gravemente ou destruindo 12 navios de guerra; destruiu 188 aviões, que constituíam quase toda a frota de aeronaves em bases aéreas nas proximidades; e catapultou os EUA para a Segunda Guerra Mundial.
Mais de 20 anos depois, em 1962, o memorial do USS Arizona abriu ao público, sua estrutura retangular cor de osso abrangendo a porção média do navio afundado, que está intocado e enferrujando a poucos metros abaixo da superfície. A visita é um acontecimento sombrio, pungente: você entra na balsa — o único acesso — para ao espaço que lembra um santuário, vê de um lado o navio afundado e começa a notar as manchas de óleo que ainda emergem dos seus tanques para a superfície, cerca de um litro por dia, como se fossem gostas escuras de sangue. Na extremidade, uma parede de mármore do memorial inclui os nomes de todos aqueles mortos no Arizona, junto com os tripulantes sobreviventes que, mais tarde, optaram por ter suas cinzas enterradas com os seus camaradas no navio afundado.
No extremo oposto da linha de batalha, onde oito navios foram atracados juntos na Ilha Ford, naquele dia sombrio, situa-se o encouraçado USS Missouri, de 58.000 toneladas, que serviu como parte da força que executou bombardeios sobre Tóquio e forneceu o poder de fogo nas batalhas de Iwo Jima e Okinawa. Enquanto o Arizona nas proximidades representa o início do envolvimento americano na guerra, o Missouri representa o seu fim, uma vez que foi no convés deste grande navio, o último encouraçado que a Marinha construiu, que a guerra finalmente chegou ao fim com a assinatura da rendição japonesa, em 2 de setembro de 1945. Os visitantes são levados para a Ilha Ford em ônibus militares e durante o trajeto ouvem um programa de rádio em estilo da década de 1940 (completo com clipes de notícias, anúncios publicitários da época da guerra e música). Uma vez a bordo do navio, você assistirá a um filme informativo e, em seguida, poderá explorá-lo por conta própria ou fazer um tour guiado de 60 minutos. A última parada da turnê pelo papel do Havaí na guerra é o esbelto USS Bowfin, de 311 pés, um dos únicos 15 submarinos da Segunda Guerra ainda existentes. Você pode descer abaixo do convés deste famoso Submarino —apelidado de ‘Vingador de Pearl Harbor’ pelos seus ataques bem-sucedidos aos japoneses — e ver como a sua tripulação de 80 homens vivia durante a guerra. 
Havaí (português brasileiro) ou Havai (português europeu) (em inglêsHawaii; em havaianoHawai'i) é um dos 50 estados dos Estados Unidos. O Havaí localiza-se em um arquipélago no meio do Oceano Pacífico, podendo ser considerado o estado americano mais isolado em relação ao resto do país. Sua capital e maior cidade, Honolulu, localiza-se a mais de 3100 km de qualquer outro Estado americano. O Havaí é o Estado mais meridional de todo o país, sendo considerado parte dos Estados do Pacífico. Sua economia está baseada primariamente no turismoBarack Obama é o único presidente dos Estados Unidos nascido no estado do Havaí.
O arquipélago que forma o Havaí é conhecido historicamente pelo nome de Ilhas Sanduíche ("Sandwich Islands"). O arquipélago havaiano era povoado por polinésios, sendo que a região era governada por vários chefes polinésios locais, até 1810, quando Kamehameha I centralizou o governo do arquipélago, e instituiu uma monarquia. O Havaí é o único Estado americano cujos nativos utilizaram-se da monarquia como forma de governo. Em 1894, o arquipélago tornou-se uma república, e quatro anos depois, em 1898, foi invadido militarmente e anexado pelos Estados Unidos, tornando-se um território americano em 1900. Desde então, grande número de pessoas com ascendentes europeus, vindos de outras partes do país, bem como imigrantes asiáticos, instalaram-se no Havaí, dando à população local um aspecto altamente multicultural.
A base naval norte-americana de Pearl Harbor foi atacada por aeronaves da Marinha Imperial Japonesa, em 7 de dezembro de 1941. O ataque fez com que os Estados Unidos entrassem oficialmente na Segunda Guerra Mundial. Mais de 2400 pessoas morreram no ataque. Em 21 de agosto de 1959, o Havaí tornou-se o 50.º e último Estado americano a entrar à União.

História

Primeiros habitantes

Nativos polinésios viviam no arquipélago havaiano muito tempo antes da chegada dos primeiros europeus. Os atuais nativos havaianos são descendentes de polinésios que chegaram à região há alguns milhares de anos, vindos de outros arquipélagos ao sul. Segundo registros, tais arquipélagos eram chamados de Hiva.
Um outro grupo polinésio, vindo do Taiti, desembarcou no arquipélago havaiano cerca 700 d.C. Este grupo trouxe uma cultura diferente, tambores, plantas, uma outra religião e outros chefes.
Antes da chegada dos primeiros europeus, em 1778, os nativos do Havai viviam numa sociedade altamente organizada e autossuficiente, baseada no arrendamento de terras comunais, possuindo um sofisticado idiomacultura ereligião.

Até 1900


Localização do Havaí no Oceano Pacifico.

Kamehameha, o unificador das ilhas havaianas que formou o Reino do Havaí.
Um dos primeiros exploradores europeus a desembarcar em terras havaianas foi o explorador britânico James Cook, em 18 de janeiro de 1778. De acordo com a página do Governo Regional dos Açores, já no século XVI as ilhas do Havaí foram avistadas por um navegador português ao serviço de Castela. Não obstante, Cook é que é creditado com a descoberta do arquipélago por ter sido o primeiro a registrar oficialmente a descoberta, bem como o primeiro a fornecer as suas coordenadas geográficas. Cook nomeou o arquipélago de Ilhas Sanduíche, em homenagem ao Duque de Sandwich, um lorde britânico, nome este que é ainda utilizado em alguns atlas.
Graças à descoberta e à posição geográfica do arquipélago do Havaí, este tornou-se um ponto de escala frequente de navios europeus fazendo longas viagens transpacíficas. Doenças contagiosas, causadas por micróbios transportados pelos marinheiros europeus e com as quais os nativos locais nunca tinham tido contato, mataram dezenas de milhares de nativos polinésios na região ao longo do século XIX.
Antes da chegada dos europeus o arquipélago havaiano estava fragmentado em uma série de tribos governadas por um chefe indígena. Algumas ilhas eram governadas por uma única tribo, enquanto que outras eram ocupadas por tribos diferentes. Tais tribos polinésias batalhavam entre si normalmente depois da morte de um chefe. Em 1782, um líder indígena, Kamehameha, iniciou uma longa guerra, que duraria 13 anos, contra outras chefes da região e outras ilhas. Auxiliado por armas modernas, comercializadas com os navegadores e comerciantes europeus e americanos que utilizavam ilha como escala em suas viagens, Kamehameha uniu todo o arquipélago, com exceção das ilhas de Kaua‘i e de Ni‘ihau, em 1795. Kamehameha comandou duas invasões contra estas ilhas, em 1796 e em 1803, que fracassaram devido a uma rebelião e a uma epidemia, respectivamente. Enquanto isto, Kamehameha instituiu um sistema de administração política baseada em padrões de governo do Ocidente. Kamehameha instituiu uma monarquia no Havaí, e apropriou-se de todas as terras do arquipélago, cedendo lotes de terra para famílias rurais.
Cerca de quinze anos depois, em 1810, Kaua‘i e Ni‘ihau concordaram em unir-se pacificamente ao Reino de Kamehameha. A dinastia Kamehameha governaria o arquipélago até 1872. Ao longo do século XIX, a economia do Havaí prosperaria, com a venda de madeira de alta qualidade para a China até a década de 1830, com a venda de água potável e suprimentos para navios fazendo viagens no Oceano Pacífico desde a década de 1820, com a venda de cana de açúcar desde 1830, e de abacaxis da década de 1880 em diante.
O filho de Kamehameha, Kamehameha II, tornou-se o monarca do arquipélago havaiano em 1819, após a morte de seu pai. Kamehameha II aboliu a prática da religião havaiana em lugares públicos, embora permitisse esta prática em lugares privados. Em 1820, o governo americano enviou um grupo de missionários e professores brancos protestantes, que eventualmente converteriam a maior parte da população do Havaí para o protestantismo. Criaram também uma forma escrita para o idioma havaiano e fundaram as primeiras escolas no Havaí.
Missionários católicos romanos espanhóis e franceses desembarcariam pela primeira vez em 1827. Porém, os católicos não foram inicialmente bem-recebidos pelos nativos havaianos, que então já eram em sua maioria protestantes. Em 1831, os havaianos forçaram a pequena população cristã de descendência europeia a sair do arquipélago, enquanto que cristãos de origem havaiana foram em sua maioria presos. Cinco anos depois, em 1836, uma fragata francesabloqueou o porto de Honolulu, e obrigou Kamehameha II a liberar os cristãos aprisionados e a permitir a liberdade de expressão religiosa. Um outro filho de Kamehameha, o Rei Kamehameha (Kauikeaouli) III criou a primeira constituiçãodo Havaí em 1839, e um sólido governo central composto pelos poderes executivo, legislativo e judiciário. O governo americano reconheceu o Havaí como um país independente.
Desde a década de 1850 em diante, o Havaí começou a receber centenas de imigrantes asiáticos por ano. Inicialmente, os chineses foram os principais imigrantes. A imigração chinesa ao arquipélago data de 1789, embora esta imigração tenha sido mais forte de 1850 até o início do século XX. Posteriormente, na década de 1860, grandes números de polinésios instalaram-se no Havaí. Em meados da década de 1880 até a década de 1930, grandes números dejaponeses instalaram-se no Havaí.
A imigração de origem portuguesa, mais concretamente dos Açores e da Madeira, também se fez sentir com muita força. Esta comunidade dedicou-se ao cultivo de cana-de-açúcar, misturando vasto património cultural com os costumes do povo do Havaí. Apesar de já não se falar português no Havaí, muito da culinária das ilhas tem traços portugueses. A existência de diversos nomes de família atesta a origem de muitos emigrantes oriundos de todo o Portugal (e em particular das ilhas). Boa prova disso reside na existência do ukelele, descendente directo do cavaquinho.[carece de fontes]
Em 1874Kalākaua tornou-se rei do Havaí. Ele promoveu os costumes e a cultura havaiana entre a população nativa. Porém, a população do Havaí, especialmente agricultores, não gostavam dos laços políticos e econômicos que Kalākaua tinha com o governo e comerciantes americanos. Entre outros atos, Kalākaua permitiu que os americanos construíssem uma base naval em Pearl Harbor. Kalākaua foi obrigado a criar uma nova constituição em 1887, que limitava seus poderes. Quando Kalākaua morreu, sua irmã, Liliuokalani, tornou-se rainha do Havaí. Lili‘uokalani apoiava a população havaiana em seu descontentamento contra a população de novos estrangeiros ou de descendência europeia. Porém, à época, comerciantes e agricultores americanos já controlavam muito da economia do Havaí. Em 1893, em uma invasão, tropas americanas e grupos militantes liderados por americanos, alemães e britânicos, tomaram o Havaí e depuseram Liliuokalani.

Liliuokalani foi a última rainha do Reino do Havaí, desposta em 1893 por uma invasão armada dos EUA, sob apoio de cristãos protestantes.
A invasão norte-americana causou grande descontentamento entre a população do Havaí, o que fez com que o próprio presidente americano à época, Grover Cleveland, aconselhasse que a rainha tivesse seu trono de volta. Tanto Lili‘uokalani (que recusou perdão publicamente aos líderes desta invasão) quanto os principais líderes desta invasão recusaram. Lili‘uokalani foi a última monarca do arquipélago. Ainda em 1894, uma república foi instituída, com um americano, Sanford Dole sendo presidente. A república foi abolida em 1898, quando uma parte do Congresso dos EUA criou uma resolução conjunta, que é usada especificamente internamente como um meio para adquirir o Reino do Havaí como seu novo território em agosto de 1898. Em 14 de junho de 1900, o Havaí tornou-se um território dos Estados Unidos.

1900 - presente

A localização estratégica do Havaí, no meio do Oceano Pacífico, fez com que o governo norte-americano iniciasse a construção de uma base naval primária no Havaí, através de uma grande expansão das instalações portuárias de Pearl Harbor, durante a Primeira Guerra Mundial. Em 1927, dois tenentes americanos realizaram o primeiro voo entre os Estados Unidos contíguos e o Havaí.
Em 7 de dezembro de 1941, a base naval americana de Pearl Harbor foi atacada por aviões da força aérea japonesa, pois estes já sabiam da intenção dos ianques de entrar na Guerra, para proteger os investimentos na Europa. Este ataque, que destruiu vários navios, aviões e instalações militares, bem como a morte de mais de 2,4 mil pessoas militares, fez com que os Estados Unidos oficialmente entrassem na Segunda Guerra Mundial ao lado dos AliadosLei marcial foi declarada no Havaí. O estado de lei marcial foi revogado somente em 1944. A grande população japonesa do Havaí fez com que muitos cidadãos americanos de origem europeia temessem sabotagem ou espionagem por parte dos americanos de descendência japonesa vivendo no oeste americano, inclusive no Havaí. Porém, ao contrário do que aconteceu no continente (especialmente na Califórnia), americanos de ascendência japonesa não foram obrigados a mudarem-se para campos de concentração.
Desde 1919, a população do Havaí exigiu a elevação do território para a categoria de Estado. Várias emendas foram introduzidas no Congresso americano, pedindo pela elevação de estatuto do Havaí à categoria de Estado. Estas emendas foram rejeitadas inicialmente pelo congresso por causa da grande população asiática do Havaí. Então, os asiáticos eram vistos pelos ianques como "inferiores". A segunda guerra mundial aumentou o medo de muitos americanos de que asiáticos não seriam leais aos Estados Unidos caso este entrasse em guerra - em grande parte, por causa da grande população japonesa do Havaí. Porém, muitos dos asiáticos do Havaí (inclusive japoneses) participaram ativamente dos esforços de guerra, e ainda mais ativamente durante a Guerra da Coreia.
Foi somente em 1957 que o Congresso americano aprovou a emenda que autorizava a elevação do Havaí à categoria de Estado.3 Em 21 de agosto de 1959, o então presidente americano, Dwight D. Eisenhower, assinou a emenda que elevava o Havaí à categoria de Estado.3 O Havaí tornou-se o 50º e último Estado americano a entrar à União.3 A população do Havaí cresceria bastante durante as próximas décadas, e o Estado prosperou economicamente. O Havaí tornou-se um grande polo militar e turístico. Atualmente, milhões de turistas, a maioria, americanos, visitam o Estado. Vários hotéis e estâncias turísticas foram construídos no Havaí ao longo das últimas décadas.
Desde a década de 1970, parte da população havaiana começou a apoiar um movimento que pede maior autonomia do Havaí em relação aos Estados Unidos. Este movimento pede por auto-soberania, sem remoção dos laços políticos e econômicos existentes com os Estados Unidos. Em 1993, o então presidente americano, Bill Clinton, aprovou uma resolução, onde o governo americano oficialmente desculpava-se do papel que tiveram durante a revolução de 1893.

Geografia


Imagem de satélite das oito grandes ilhas habitadas.

Vista de um vulcão em erupção no Havaí, noParque Nacional dos Vulcões do Havaí, umPatrimônio Mundial.
O Havaí localiza-se em um arquipélago localizado no Oceano Pacífico. Com um pouco mais de 28 mil quilômetros quadrados1 , é o oitavo menor estado americano em área do país. O arquipélago possui 132 ilhas que se estendem por 2 450 km. Porém, a maior parte do Estado concentra-se no sudeste do arquipélago, onde estão as oito maiores ilhas do Havaí. Estas são as únicas ilhas habitadas do Estado. O meio da cadeia do Havaí é constituída por ilhas muito pequenas e rochedos, e o extremo noroeste é formado por recifes e cadeias de areia. A cadeia formada pelas oito grandes ilhas possui 1 200 km de comprimento. A altitude média do Havaí é de 925 m, e o ponto mais elevado do Havaí possui 4 206 m dealtitude no vulcão Mauna Kea, na Ilha do Havai (a maior delas), que se ergue do fundo do oceano, juntamente com seu vizinho conjunto Mauna Loa (4 169 m), a 5 998 metros de profundidade, considerando-se eles no conjunto, a maior montanha do mundo (da base no fundo do oceano ao cume) com 10 203 metros no total.
Todas as ilhas do Havaí foram formadas por vulcões, que lentamente emergiram do leito do mar, através do que a geologia chama de ponto quente (hot spot). A teoria mantém que à medida que a placa tectônica do fundo do Oceano Pacíficomove-se em direção ao noroeste, o ponto quente mantém sua posição (ou seja, não se move juntamente com a placa tectônica), e vai lentamente criando novos vulcões. Isto explica o fato de que são apenas os vulcões do sudeste do Havaí que continuam ativos. O mais recente vulcão em formação é Lō‘ihi. A cadeia de rochedos e recifes ao centro e ao noroeste da cadeia já foram vulcões ativos, bem como as ilhas que possuíam tamanho comparável às oito grandes de tempos atuais, mas ventos, ondas e correntes do mar lentamente erodiram estas ilhas, fazendo-as diminuir de superfície. O Havaí abriga o Parque Nacional dos Vulcões do Havaí, um Patrimônio Mundial.

Clima

O Havaí possui um clima tropical, sendo quente o ano inteiro. A temperatura média varia muito pouco de região a região. Regiões ao nível do mar possuem temperaturas médias levemente mais elevadas do que regiões em altas altitudes. Em todo o Estado, as temperaturas médias no verão são de 25°C, e de 22 °C no inverno. A média das máximas é de 27 °C no verão e de 25 °C no inverno, e a média das mínimas é de 21 °C no verão e de 18 °C no inverno. A temperatura mais alta já registrada no Havaí foi de 38 °C, registrada em Pahala, em 27 de abril de 1931. A temperatura mais baixa já registrada no Estado foi de -11 °C, no monte Mauna Kea, em 17 de maio de 1979. Muito raramente, porém, as temperaturas caem abaixo de 0 °C no estado. A taxa de precipitação média anual varia entre mais de 10 m em certas áreas regiões montanhosas do Estado, a apenas 25 cm no litoral.

Demografia

Crescimento populacional
CensoPop.
1900154 001
1910191 87424,6%
1920255 88133,4%
1930368 30043,9%
1940422 77014,8%
1950499 79418,2%
1960632 77226,6%
1970769 91321,7%
1980964 69125,3%
19901 108 22914,9%
20001 211 5379,3%
20101 360 30112,3%
Fonte: US Census1 4 5
censo americano de 2000 estimou a população do Havaí em 1 211 537 habitantes, um crescimento de 9% sobre a população do Estado em 1990, de 1 108 229 habitantes. Uma estimativa realizada em 2005 estima a população do Estado em 1 275 194 habitantes, um crescimento de 15% em relação à população do Estado em 1990, de 5,3%, em relação à população do Estado em 2000, e de 1% em relação à população estimada em 2004.
O crescimento populacional natural do Havaí entre 2000 e 2005 foi de 48 111 habitantes - 96 028 nascimentos menos 47 917 óbitos - o crescimento populacional causado pela imigração foi de 75 991 habitantes, enquanto que a migração interestadual resultou na perda de 13 112 habitantes. Entre 2000 e 2005, a população do Havaí cresceu em 63 657 habitantes, e entre 2004 e 2005, em 13 070 habitantes.
De facto, o Havaí possui mais de 1,35 milhão de habitantes, por causa da massiva presença de militares (1.3% da população do Havaí) e muitos moradores não permanentes do Estado, e, portanto, são oficialmente habitantes de outros Estados americanos, segundo o censo americano e turistas.
Cerca de 91% da população do Havaí vive em áreas urbanas, e apenas 9%, em comunidades rurais. Mais de 72% da população do Estado em Honolulu, capital e maior cidade do Estado. A cidade (e condado) de Honolulu tem cerca de 877 mil habitantes, cerca de 23% da população do Estado. O que é conhecido como a cidade de Honolulu (de fato, um distrito de recenseamento, sem qualquer poder político-administrativo) possui cerca de 370 mil habitantes.

Raças e etnias

Composição étnica da população do Havaí: 6 7
  • 8.2% Nativos
    • 6.6% Nativos havaianos
    • 1.3% Nativos de outras ilhas da Polinésia
    • 0.3% Nativos americanos
  • 1.2% Outras Raças
O Havaí possui a maior percentagem de asiáticos (38.6%) e a maior população multirracial (23.6%) dos Estados Unidos, bem como a menor porcentagem de brancos (24.2%) do país. Povos nativos formam 8.2% da população do Havaí. Cerca de 23% da população são de raça mista e 4.9% são mestiços euro-asiáticos. Aproximadamente 82% dos residentes do Havaí nasceram nos Estados Unidos e cerca de 75% dos residentes estrangeiros são oriundos das Filipinas e Japão. 8 9
Os maiores grupos étnicos do Havaí são: filipinos (14,6%), Nipo-americanos (13,6%), Hispânicos (8.8%), Nativos (8.2%), Alemães (7.4%) e Luso-americanos (4.3%).10 11
O segundo grupo de estrangeiros a desembarcar no litoral do Havaí, após os europeus, foram os chineses. Trabalhadores de origem chinesa, trabalhando em navios comerciais ocidentais, instalaram-se no arquipélago havaiano. Os primeiros chineses instalaram-se no Havaí por volta de 1789. Os primeiros japoneses instalaram-se no Havaí em 9 de fevereiro de 1885. Atualmente, o Havaí possui a maior percentagem de asiáticos do país, em relação à população total do Estado. O Havaí, tal como o Novo México, é um dos dois estados norte-americanos que não possui população caucasiana maioritária.

Religião

Porcentagem da população do Havaí por afiliação religiosa:12 13
Pesquisa Gallup 2009, Porcentagem da população do Havaí por afiliação religiosa:14

Política


Washington Place, residência do governador do Havaí.
A atual Constituição do Havaí foi adotada em 1959. Emendas à Constituição estadual podem ser propostas pelo Poder Legislativo, e para serem aprovadas precisam de ao menos 67% dos votos de ambas as câmaras do Legislativo, quando a votação é realizada em uma sessão parlamentar, ou, quando é realizada em duas sessões parlamentares, de ao menos 51% dos votos em cada votação. Então, a emenda a ser aprovada precisa ser aprovada em um referendo pela população eleitoral do estado.
O principal oficial do poder executivo no Havaí é o governador. Este é eleito pelos eleitores do Estado para mandatos de até quatro anos de duração, e pode ser reeleita quantas vezes quiser. O tenente-governador também é eleito pela população, para mandados de até quatro anos de duração. O governador é encarregado de escolher outros oficiais, como juízes, o Secretário de Estado e o tesoureiro, mas as pessoas escolhidas precisam ser aprovadas pelo Poder Legislativo do Havaí.
Poder Legislativo do Havaí é constituído pelo Senado e pela Câmara dos Representantes. O Senado possui um total de 25 membros, enquanto que a Câmara dos Representantes possui um total de 51 membros. O Havaí está dividido em 25 distritos senatoriais e em 51 distritos representativos. Os eleitores de cada distrito elegem um senador/representante, que irão representar tal distrito no Senado/Câmara dos Representantes. Os terno de ofício dos senadores é de quatro anos, o dos representantes, de dois anos, podendo serem reeleitos quantas vezes quiserem.
A corte mais alta do Poder Judiciário do Havaí é a Suprema Corte do Havaí, seguida por outras sete cortes de menor porte, de caráter regional. Todos os juízes são escolhidos pelo governador, e sujeitos à aprovação do Senado e pela Câmara dos Representantes, para mandatos de até dez anos de duração.
O Havaí está dividido em quatro diferentes condados. Oficialmente, o Estado possui apenas uma cidade primária (city), Honolulu, que também é ao mesmo tempo um dos quatro condados do Havaí. O Estado possui algumas cidades secundárias (towns). Porém, todas as áreas urbanas do Estado são administradas diretamente pelos condados. Todos os serviços governamentais que em outras cidades dos Estados Unidos seriam de responsabilidade da cidade em si são fornecidas pelos condados. Apenas Honolulu possui uma prefeitura, bem como é a única área urbana governada por um prefeito e um conselho municipal. Outros condados do Havaí são HavaíKalawaoKauai e Maui.
Cerca de 55% da receita do orçamento do governo do Havaí é gerada por impostos estaduais. O resto vem de verbas recebidas do governo federal e de empréstimos. Em 2002, o governo do Estado gastou 7.446 milhões de dólares, tendo gerado 5.869 milhões de dólares. A dívida governamental do Havaí é de 5.656 milhões de dólares. A dívida per capita é de 4 558 dólares, o valor dos impostos estaduais per capita é de 2 756 dólares, e o valor dos gastos governamentais per capita é de seis mil dólares.
Partido Republicano era o partido político dominante em eleições realizadas no então Território do Havaí até a década de 1950. Quando o Havaí se tornou um Estado, tanto o cargo do primeiro governador, William F. Quinn como o controle de ambas as câmaras legislativas foram obtidos pelos republicanos. Porém, desde a segunda eleição estadual realizada no Havaí, e até 2002, o Partido Democrata passou a dominar completamente a política do Estado, sendo que durante este período ambas as câmaras legislativas foram controladas pelos democratas, e todos os governadores eleitos durante este período foram candidatos democratas. O mesmo acontece a nível nacional, onde os representantes do Havaí no Congresso americano e os votos do colégio eleitoral do Estado tendem a favorecer democratas. Em 2002, a republicana Linda Lingle tornou-se a primeira mulher a governar o Estado.

Economia


Uma estância turística no Havaí. Milhões de turistas visitam o estado todo ano.

Centro financeiro de Honolulu.
Em 2003, o produto interno bruto do Havaí foi de 41 bilhões de dólares. A renda per capita do Estado, por sua vez, foi de 29 164 dólares, o vigésimo nono maior do país. O Havaí possui a menor taxa de desemprego dos Estados Unidos, de apenas 3,3%.
setor primário responde por 1% do PIB do Havaí. A indústria agropecuária responde por 0,8% do PIB do Estado, e emprega aproximadamente 21 mil pessoas. Abacaxis e cana de açúcar são os principais produtos produzidos pela agropecuária do Havaí. O Estado possui 5,5 mil fazendas. A pesca e a silvicultura respondem juntas por 0,2% do PIB do Estado, e empregam aproximadamente 2 mil pessoas. O valor anual da pesca coletada no Estado é de cerca de 52 milhões de dólares.
setor secundário responde por 7% do PIB do Havaí. A indústria de construção responde por 4% do PIB do Estado e emprega aproximadamente 32 mil pessoas. A indústria de manufatura e a mineração respondem juntas por 3% do PIB do Estado, empregando aproximadamente 22 mil pessoas. O valor total dos produtos fabricados no Estado é de 1,5 bilhão de dólares. Os principais produtos industrializados fabricados no Estado são alimentos industrialmente processados, material impresso e roupas.
setor terciário é responsável pela maior parte do PIB do Havaí - 92% do total. Serviços comunitários e pessoais respondem por aproximadamente 23% do PIB do Estado, empregando mais de 249 mil pessoas. Serviços financeiros eimobiliários respondem por cerca de 23% do PIB do Estado, empregando aproximadamente 63 mil pessoas. Serviços governamentais respondem por 21% do PIB do Havaí, empregando aproximadamente 168 mil pessoas. O comércio por atacado e varejo responde por 15% do PIB do Estado, e emprega aproximadamente 170 mil pessoas. As vendas do comércio em geral são auxiliadas pelo turismo. O turismo é a principal fonte de renda do Havaí. Todo ano, milhões de turistas visitam o Estado, atraídos pelas suas praias, a cultura da população local, seu clima ameno e outros fatores. A maioria dos turistas são americanos, porém, uma quantidade expressiva de turistas estrangeiros visita o Estado, especialmente japoneses. No verão, milhares de pessoas instalam-se por alguns meses no Havaí, atraídos pelo seu clima ameno e pelas suas belezas naturais. Transportestelecomunicações e utilidades públicas empregam 48 mil pessoas, e respondem por 10% do PIB do Havaí. A maior parte da eletricidade gerada e consumida no Estado é produzida em usinas termelétricas a petróleo. Uma pequena percentagem é gerada em usinas hidrelétricas e em usinas termelétricas a etanol.

Infraestrutura

Educação

As primeiras escolas do Havaí foram fundadas por missionários ao longo da década de 1820. O Rei Kamehameha III implementou um sistema de escolas públicas para os habitantes do Havaí durante a década de 1840.
Atualmente, regras e padrões são ditados pelo Conselho de Educação do Havaí. Este conselho é formado por 14 membros, 13 deles eleitos pela população para mandatos de quatro anos de duração, bem como um estudante do sistema escolar público. Modificações e novas regras podem ser criadas por todos os membros, porém, precisam ser aprovadas por ao menos dez membros. O estudante não possui o direito de voto.
Todas as escolas do Estado são diretamente administradas pelo Conselho de Educação do Havaí, e não existem distritos escolares, fazendo do Havaí um dos poucos Estados onde todas as escolas são administradas pelo órgão máximo de educação do Estado, e o único que cujo sistema escolar não está dividida em distritos escolares administrados por municípios ou condados. O Havaí permite a operação de escolas charter - escolas públicas independentes, que não são administradas por distritos escolares, mas que dependem de verbas públicas para operarem. Atendimento escolar é compulsório para todas as crianças e adolescentes com mais de seis anos de idade, até a conclusão do segundo grau ou até os dezessete anos de idade.
Em 1999, as escolas públicas do Estado atenderam cerca de 185,9 mil estudantes, empregando aproximadamente 10,9 mil professores. Escolas privadas atenderam cerca de 33,2 mil estudantes, empregando aproximadamente 2,5 mil professores. O sistema de escolas públicas do Estado consumiu cerca de 1,144 bilhões de dólares, e o gasto das escolas públicas por estudante foi de aproximadamente 6,6 mil dólares. Cerca de 88,5% dos habitantes do Estado com mais de 25 anos de idade possuem um diploma de segundo grau.
Cerca de 18% dos estudantes do Havaí estudam em escolas privadas; algumas destas instituições de educação são controladas por organização sem fins lucrativos, e privilegiam alunos descendentes de nativos polinésios. A maior escola privada dos Estados Unidos, a Escola Kamehameha, causou grande escândalo em tempos recentes. Apenas dois não-polinésios foram aceitos nesta instituição privada nos últimos 40 anos. A primeira biblioteca pública do estado foi fundada em 1913. O Havaí também é o único a controlar diretamente todas as bibliotecas públicas localizadas no Estado.
A primeira instituição de educação superior do Havaí foi a Universidade do Havaí, fundada em 1907, em Honolulu. Atualmente, o Estado possui 20 instituições de educação superior, dos quais dez são públicas e dez são privadas. O Sistema de Universidades do Havaí, que administra um total de dez universidades diferentes, entre elas, a Universidade do Havaí, a maior instituição de educação superior do Estado. O Havaí possui um único sistema de bibliotecas públicas, que atendem todo o Estado, e movimentam anualmente uma média de 5,6 livros por habitante.

Transportes e telecomunicações

O Havaí é o único Estado americano totalmente isolado do resto dos Estados Unidos (o Alasca está conectado com os 48 estados americanos contíguos através de rodovias que cruzam território canadense). Além disso, a população do Estado vive em oito ilhas do arquipélago. Nenhuma destas ilhas está conectada com outras ilhas locais através de pontes ou túneis. Cada uma destas oito grandes ilhas possui seu próprio sistema rodoviário (administrado pelo Estado), mas pessoas querendo locomover-se em direção a outras regiões do estado precisam fazer uso debalsas ou de aviões.
Já o modo mais usado de transporte de passageiros entre o Havaí e o resto do país é através de aviões. A Hawaiian Airlines é a maior linha aérea da região, e o Aeroporto Internacional de Honolulu é o principal centro aeroportuário do Estado. Já carga é movimentada primariamente através de navios. O Porto de Honolulu é o principal do estado. O Havaí não possui nenhuma ferrovia movimentada. Atualmente, apenas uma ferrovia está em operação no Havaí, uma ferrovia de cunho turístico, na ilha de Maui, a Lahaina-Kaanapali and Pacific Railroad. Em 2003, o Estado possuía 6 935 quilômetros de vias públicas, dos quais 89 quilômetros eram rodovias interestaduais, considerados parte do sistema federal rodoviário dos Estados Unidos.
O primeiro jornal do Havaí, o Sandwich Island Gazette and Journal of Commerce, foi publicado pela primeira vez em Honolulu, em 1836. Atualmente, são publicados no Havaí cerca de 25 jornais. Deles, seis são diários. Alguns dos jornais de circulação semanal são publicados em havaiano, japonêschinês ou em coreano. A primeira estação de rádio do Havaí foi inaugurado em 1922, e a primeira estação de televisão, em 1952. O Havaí atualmente possui cerca de 50 estações de rádio e dez estações de televisão.

Cultura

Símbolos do estado

Referências

  1. ↑ Ir para:a b c d GCT-PH1 - Population, Housing Units, Area, and Density: 2010 - State -- County / County Equivalent (em inglês)United States Census Bureau. Página visitada em 13 de setembro de 2011.
  2. Ir para cima US Government Revenue
  3. ↑ Ir para:a b c d Introduction to Hawaii (em inglês)Net State (10/12/2008). Página visitada em 31/12/2008.
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